quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Inevitáveis comparações


É disso que a minha mulher sempre falava quando me contava das fodas anteriores dela com negões da piroca imensa. Na primeira vez que vi pessoalmente uma tora dessas entrando com tudo dentro dela, cutucando lá no fundo eu percebi que ela gemia diferente. Fiz questão de penetrá-la logo depois daquele saco imenso jorrar porra quente dentro dela e aquela piroca enorme escorregar já meio mole de dentro da minha esposa que estava em transe, de pernas bambas, ainda gemendo, com a bucetinha branquinha toda vermelha de tão esfolada. Penetrei e não senti a mínima resistência. Entrou sem a mínima dificuldade. A diferença era enorme. O fato de ter acabado de sair dali de dentro um pau muito maior que o meu ficava bem claro a cada estocada minha. Ela estava mais funda, mais larga, e a quantidade imensa de porra que aquele safado havia acabado de injetar dentro da minha mulher lubrificava meu pau evidenciando ainda mais essa sensação. Eu nunca tinha comido ela assim. Quando ela confessou pra mim que não estava sentindo nada com as minhas estocadas por mais que eu me esforçasse, que a diferença era absurda e era como se ela estivesse anestesiada por aquela piroca gigante e preta e que meu pau não estava fazendo a mínima diferença ali dentro dela eu gozei na hora. É claro, muito menos porra que aquele saco enorme e pesado havia esguichado dentro da minha esposa. Leite grosso do nosso convidado que escorria pelo meu pau e caía no chão a cada bombada minha e que eu misturei com o meu gozo dentro dela enquanto ela sussurava no meu ouvido aquelas comparações inevitáveis. Desde aquele dia nós transamos e gozamos muito relembrando esse episódio.

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